Embora não se exija a celebração por escrito do contrato principal, sendo suficiente sua execução para configurar celebração tácita, o mesmo não pode ser dito em relação à cláusula compromissória, que, de acordo com a lei brasileira, deve ser celebrada por escrito:
RANZOLIN, Ricardo (org.). Arbipedia. Comentários à Lei Brasileira de Arbitragem. Arbipedia, Porto Alegre, 2020.
Acesso em: 04-06-2020. Disponível em: https://arbipedia.com/arbipedia-comentarios-a-lei-de-arbitragem/conteudo-exclusivo-arbipedia/5173.html